Turismo esportivo – Rafting

Nada mais delicioso que descer uma corredeira, dentro de um bote em alta velocidade. Quem já experimentou, sabe. Mas quem ainda não praticou o rafting pode colocar este esporte na lista de “to do’s” da vida porque o negócio é bom!

Não precisa ser profissional, basta procurar uma agência de turismo e a própria equipe da agência oferecerá um treinamento rápido para que você desça o rio com segurança. A primeira vez que fiz rafting foi em Brotas, no estado de São Paulo, a principal referência para o esporte de aventura do Brasil.

Brotas fica a 242 quilômetros da capital e, para chegar, você pode seguir de carro pela Rodovia dos Bandeirantes (SP 348) até o km 168, onde você pegará o acesso à Rodovia Washington Luís (SP 310). Há a opção de ir pela Rodovia Anhanguera (SP 330) até o km 153 (saída 153) para, logo após a passagem pelo pedágio, pegar o acesso à Rodovia Washington Luís (SP 310). Nela, siga até o km 206 (saída 206-B), passe por baixo do viaduto e contorne-o, passando por cima da pista, entrando na Rodovia Engenheiro Paulo Nilo Romano (SP 225) sentido Itirapina-Brotas até o trevo de acesso a Brotas.

Se preferir ir de ônibus, a companhia Expresso de Prata tem passagens para Brotas, saindo de Campinas, Jundiaí ou São Paulo. Na capital, os ônibus partem diariamente às 7h, 11h20 e 18h30 do Terminal Rodoviário Barra Funda.

Depois de chegar a Brotas, vá até uma agência de turismo da região (dá para fazer tudo a pé – a cidade é minúscula!) para reservar seu rafting. O preço é praticamente o mesmo em todas (R$ 98), com alguma diferença se houver promoção ou pacote. Dica: pechinche! Eu insisti até que me deram uma tirolesa pela metade do preço na compra do rafting. 😉

Se quiser, reserve o passeio com antecedência em uma das agências: Alaya Expedições (tel.: 14 3653 5656), EcoAção (tel.: 14 3653 9140), que eu já contratei e gostei muito, Aventurah! Ecoparque (tel.: 14 3653 4745), Mata Nativa Aventura (tel.: 14 3653 4047), Território Selvagem (tel.: 14 3653 3248), Quadri Company (tel.: 3653 2235) ou a Vaca Náutica (tel.: 3653 1247), que eu também já contratei e recomendo.

Em Brotas, há três tipos de rafting: o “tradicional”, no trecho mais agitado do rio (Baixo Jacaré), com corredeiras e quedas classes III e IV e duração de duas horas e meia; o rafting noturno, praticado no mesmo trecho do rio, mas em noites de lua cheia; e o mini-rafting (floating), praticado no trecho Alto Jacaré, mais calmo, de classes I e II, com duração de uma hora.

Todos os passeios oferecem a instrução preparatória e o transporte até o rio (e uma pinguinha com mel ao final). As descidas passam por corredeiras e têm quedas de até três metros. No bote vão de seis a oito pessoas, incluindo um condutor.

Além de Brotas, você pode praticar o rafting em quase todos os estados do Brasil. Ainda em São Paulo, as cidades de Socorro, Juquitiba, São Luís do Paraitinga e Caconde são ótimos pontos para quem curte o esporte.

No Espírito Santo, você pode fazer rafting na cidade de Domingos Martins. No Rio de Janeiro, em Casimiro de Abreu, Angra dos Reis, Três Rios, Sapucaia, Visconde de Mauá e Piraí. Na Bahia, em Itacaré, na Costa do Sauípe e em Barreiras. Em Goiás, as cidades de Mambaí, Pirenópolis e Aparecida do Rio Doce também estão preparadas para o esporte. No Mato Grosso, você pode praticá-lo na cidade de Jaciara e, em Tocantins, na cidade de Jalapão. Em Minas Gerais, vá para Uberlândia, Lavras ou Extrema. No Paraná, Antonina, Castro ou Tibagi. Em Santa Catarina, os melhores lugares são no Rio Itajaí-Açu (Ibirama/Apiúna, Lontras/Ibirama ou Indaial) e no Rio Hercíclio (Rafael/Ibirama). Por fim, no Rio Grande do Sul, pratique o rafting nas cidades de Gramado, Nova Petrópolis, Bento Gonçalves, Nova Pádua, Encantado e Três Coroas.

Ah, sim! Vale destacar Três Coroas, conhecida como Cidade Verde, emoldurada por montanhas de mata nativa preservada, que fica a pouco menos de 100 quilômetros de Porto Alegre. Lá, o rafting acontece num percurso de oito quilômetros no rio Paranhana e custa em média R$ 60,00. Para chegar a Três Coroas, a Citral e a Veppo têm linhas de ônibus de Porto Alegre até lá.

Lembre-se de levar dois tênis velhos que possam ser molhados, sacos plásticos para roupa e tênis sujos, protetor solar, repelente, toalha e uma troca de roupa. Você sairá encharcado do passeio. Ah! Eles não aconselham levar câmera fotográfica porque, mesmo com bolsa estanque, ela pode escapar da sua mão e bye bye. Todas as agências fazem fotos e filmes do passeio, que podem ser comprados ao final (e nada por preços abusivos).

Atente para todas as instruções do guia, principalmente se o seu bote passar por baixo de algum galho de árvore (jamais coloque a mão na frente do rosto para se defender. Abaixe a cabeça e seu capacete lhe protegerá).

Quando o rafting acabar, você não tirará da cabeça os comandos “frente, frente forte, direta ré, esquerda ré, segura, e piso” por um bom tempo. E se lembrará do rio com saudade! 😉

Boa viagem! E boas aventuras!

Beijos,

Luciana Sabbag 

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