Roteiros para quem vai conhecer Londres

“Estou viajando para Londres. O que dá para conhecer em 3 dias na cidade?”

Desde que eu me mudei para a capital inglesa, essa é a pergunta que eu mais tenho escutado de amigos ou parentes que estejam vindo para cá. Uma coisa todo mundo sabe: Londres é uma das maiores e mais cosmopolitas capitais do mundo, e é fonte inesgotável de atrações e lugares para se conhecer. Então, quem vem passar 3, 5, 7 ou mais dias em terras londrinas já sabe que não vai conseguir ver tudo; mas, com um roteiro montadinho, dá para pelo menos conhecer de perto dos principais cartões postais da cidade e ainda voltar para casa com um pouco do gostinho da história, cultura e lifestyle britânico – que, cá para nós, é tão charmoso quanto aquele sotaque deles.

Expedia - roteiro Londres - 1

A imagem diz tudo: Londres é uma cidade que merece ser explorada com carinho. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Por isso, reuni dicas para roteiros de 3, 5 e 7 dias na cidade, misturando um pouco dos principais pontos turísticos com muito passeio a pé e cantinhos escondidos que eu descobri, me apaixonei e sempre indico para os meus amigos!

A catedral de St. Paul está entre as paradas obrigatórias em Londres. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A catedral de St. Paul está entre as paradas obrigatórias em Londres. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Dicas para organizar sua viagem: Londres é enorme, e por isso organizei cada dia com as atrações (gratuitas e pagas) de uma determinada região, para facilitar sua logística. Mas, tanto na matemática quanto nas viagens, a ordem dos fatores não altera o produto, de modo que você pode inverter o local onde seu dia começa e termina, bem como inverter a ordem dos dias – por exemplo, se o tempo em Londres estiver meio chuvoso quando você estiver por lá, troque o passeio ao ar livre do dia por um “indoor”, e por aí vai.

Dica de passeio: depois de conhecer o Regent's Park, caminhe por esse canal até Camden Town. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Dica de passeio: depois de conhecer o Regent’s Park, caminhe por esse canal até Camden Town. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Ah, outra coisa: Londres é fantástica durante o ano inteiro, mas fica melhor ainda no verão, com os dias mais compridos – e nessa época o roteiro aqui cai como uma luva!

Roteiro de 3 dias

Se o seu tempo em Londres é curtinho, mas compreende três dias inteiros (sem descontar chegada e saída de aeroporto), esse roteiro inicial serve como boas-vindas à cidade, bem como já apresenta de cara os principais cartões postais, para você não deixar de levar para casa de recordação aquela foto bacana para atualizar no Facebook. 🙂

Dia 1: Comece o dia cedo, pegando o famoso metrô londrino (que aqui tem o nome carinhoso de “tube”) e saia na estação de Westminster – tem uma saída para a Westminster Abbey; comece por ali. Você já vai sair do metrô de frente para a famosa Abadia de Westminster, palco da coroação ou casamento de vários reis ingleses ao longo da história (onde a rainha Elizabeth II recebeu sua coroa e, mais recentemente, onde o Príncipe William se casou com a jovem Kate Middleton). Vale a pena entrar, se você é louco por história: de manhã cedo, a Abadia ainda não está tão cheia e, além da arquitetura imponente, é possível visitar ainda o local onde personalidades ilustres do país, como Isaac Newton e Charles Darwin, estão enterradas. Lá também é onde fica a Chapter House, um dos lugares menos conhecidos dos turistas.

O Big Ben nem precisa de legenda. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

O Big Ben nem precisa de legenda. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Já na saída da Abadia você vai ver os contornos inconfundíveis do Parlamento inglês e do Big Ben. Aproveite para tirar fotos (um dos melhores ângulos é aqui, próximo a Westminster, ainda um pouco afastado das hordas de turistas que ficam imediatamente ao lado da torre) e siga andando lentamente contornando o Big Ben em direção à ponte sobre o Tâmisa. Essa área, em geral, é constantemente lotada de gente (e, ás vezes, de gatunos que ficam esperando a chance de furtar algum turista desavisado), então, siga direto para atravessar a ponte em direção à London Eye, a famosa roda gigante de Londres e que já foi a maior do mundo. A vista para fotos, daqui, é bem bonita também.

A margem sul do rio Tâmisa é uma das regiões mais bacanas da cidade. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A margem sul do rio Tâmisa é uma das regiões mais bacanas da cidade. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Se o dia estiver claro (e melhor ainda, com sol), aproveite para subir a London Eye – uma volta completa leva em torno de 30 minutos, e dá para ter uma visão bem bonita da cidade lá de cima. Mas é à esquerda, saindo da roda gigante, que está o meu lugar preferido em Londres: o Southbank, a famosa margem sul do Tâmisa, que é uma delícia. Então, aproveite: não só a vista é bonita (a gente vê ainda os prédios do Parlamento inglês do outro lado do Tamisa), mas o astral também – e basta começar o inverno ou o verão que são montados nesta área vários eventos ao ar livre, o que faz a região ficar ainda mais gostosa: barracas de comida, palcos de música, quiosques de street food… Se for o caso, aproveite que já é quase meio dia e já faça uma boquinha por ali, ou então vá a um dos pequenos restaurantes e lanchonetes, como o EAT, perto do Southbank Centre, para almoçar com vista para o Tâmisa. Sem pressa.

É em Trafalgar Square que fica a maravilhosa National Gallery. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

É em Trafalgar Square que fica a maravilhosa National Gallery. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Dali, você pode seguir pelo Southbank em direção ao Tate Modern – o caminho é uma delícia e com um astral igualmente bonito – ou subir a Golden Jubilee Bridge para voltar à margem norte do rio (e fica a dica: suba pela plataforma que fica com vista para o Big Ben, para ter a chance de tirar mais fotos de outro ângulo!). Siga reto até a Trafalgar Square. Dali, você tem duas opções: pode entrar na National Gallery, um dos museus (gratuitos!) com a maior coleção de pinturas clássicas do mundo e dar uma descansada por ali, ou seguir direto para a Leicester Square e Covent Garden, onde está um dos burburinhos mais agitados de Londres, em uma região cheia de cafés, restaurantes, lojas e muita, muita gente. Aproveite que já está de tarde, os londrinos estão saindo do trabalho e os pubs vão começar a encher: vá curtindo tudo isso, no seu ritmo, até fechar o dia em Covent Garden, o quadrilátero preferido de quase todos os turistas e locais e pertinho do metrô para voltar para o seu hotel. Feche o dia no Jamie’s, o restaurante do chef inglês Jamie Oliver, ou em qualquer um dos charmosos bares dali. Londres tem muito mais para oferecer, mas pelo menos seu primeiro dia já foi superprodutivo!

Dia 2: Comece o dia cedo, também: de preferência, às 9h da manhã já esteja na porta da Torre de Londres (próxima à estação Tower Hill), para conhecer a sala das joias da coroa inglesa antes de todos os turistas. A dica do horário procede: os primeiros horários são os ideais para conhecer o lugar, que costuma ter filas de até uma hora de espera, especialmente no verão, só para entrar. Aproveite para conferir todas as exposições da Torre de Londres, que contam muitas histórias sobre a monarquia medieval inglesa. O local é cheio de histórias horripilantes (lá é onde foram decapitados os traidores do rei Henrique VIII e duas de suas esposas).

Joias e histórias horripilantes estão entre os segredos da London Tower. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Joias e histórias horripilantes estão entre os segredos da London Tower. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A saída da Torre de Londres é de frente à Tower Bridge, outro cartão postal – e parada obrigatória para fotos na cidade. Atravesse a ponte para a margem sul do Tamisa até o The Shard, o prédio mais alto da Europa. Minha dica: aproveite para fazer o passeio “The View from the Shard” e ver Londres lá de cima; se já tiver passado do meio dia, há ainda uma opção para tomar champanhe lá do alto! 🙂 Dali, siga em direção ao Borough Market, o mercado central de alimentos da cidade, e volte a ir andando devagar para a margem do Tâmisa. Se quiser, aproveite para almoçar por essa área: não só próximo ao Borough Market quanto próximo ao rio, nesse perímetro, tem vários restaurantes, como o Nando’s (um excelente frango picante), o Gourmet Burger Kitchen (com ótimos hambúrgueres), o The Anchor ou, mais adiante, boa comida grega no The Real Greek.

A Tower Bridge é outro dos cartões postais que são obrigatórios no seu roteiro. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A Tower Bridge é outro dos cartões postais que são obrigatórios no seu roteiro. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Após o almoço, continue o passeio devagar ao longo do rio até o Shakespeare’s Globe Theatre, um teatro feito com os mesmos moldes das instalações do teatro inglês The Globe, destruído em 1642, antes de sediar as apresentações originais de Hamlet e Rei Lear, que tinha o próprio Shakespeare como um dos sócios. Caminhando mais para a esquerda, você estará de frente para o Tate Modern, o museu de arte moderna (que também tem entrada gratuita). Vale a pena conferir a exposição (e a lojinha do museu!), e aproveitar para ir dali à Millenium Bridge, uma ponte apenas para pedestres sobre o rio, com a vista privilegiada para a bela Catedral de Saint Paul.

Da Millenium Bridge, você terá uma das mais belas vistas da cidade. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Da Millenium Bridge, você terá uma das mais belas vistas da cidade. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Atravesse a ponte e escolha como quer acabar o passeio: fazendo a última visita do dia na Catedral (se ainda tiver energias, não deixe de subir o domo, que tem uma bela vista de 360° da cidade) e emendando em seguida em um dos charmosos cafés que tem nos arredores; ou trocando a igreja por um pub, outro programa quase “sagrado” na cidade. E, se for para fechar com chave de ouro, siga para o Ye Old Cheshire Cheese, que fica na 145 Fleet Street, a oito minutos de Saint Paul: é um dos mais antigos de Londres e que já foi frequentado pelos escritores Charles Dickens, Mark Twain e Arthur Conan Doyle.

Dia 3: Uma dica: tente fazer a programação de hoje em um dia que não tenha previsão de chuva – e se tiver sol, melhor ainda! Acorde cedo (de novo!) e siga para o Sherlock Holmes Museum, no famoso endereço 221B Baker Street (você irá reconhecer imagens do famoso personagem já na estação de metrô de Baker Street). Você pode até se empolgar e fazer esse roteiro inspirado no detetive. O museu fica bem perto do Regent’s Park, um dos parques reais mais bonitos e bem cuidados de Londres, na minha opinião. Se você estiver em Londres na primavera, verão ou até outono, são grandes as chances de você pegar dias lindos, com sol e jardins floridos. Saia do museu e aproveite o parque, sem pressa – para quem vai na primavera, por exemplo, há um jardim de rosas bem bonito que desabrocha nessa época. Outra dica é comer por lá; há algumas cafeterias charmosas e hamburguerias bem bacanas ao longo do parque, para matar a fome durante ou depois da caminhada.

O Regent's Park é um dos mais belos e bem cuidados parques da cidade. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

O Regent’s Park é um dos mais belos e bem cuidados parques da cidade. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Dali, siga na direção das placas para o London Zoo (que, fica a dica, é bem bacana para conhecer também, especialmente se você estiver em Londres com crianças) e siga a mesma direção para Primrose Hill – que é, na minha opinião, o segredo mais bem guardado da capital inglesa: um parque menor, no final do Regent’s Park, com um pequeno aclive gramado de onde dá para ver os icônicos arranha-céus da cidade. É um lugar lindo para um piquenique, para descansar os pés ou, como já vi acontecer, para os namorados pedirem as mãos das namoradas em casamento! 🙂

Primrose Hill é o lugar perfeito para um piquenique romântico. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Primrose Hill é o lugar perfeito para um piquenique romântico. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Após descansar e aproveitar a vista, desça novamente e siga para o canal entre Primrose Hill e o Regent’s Park: há uma passarela, indo pela direita, que te leva a pé até Camden, bairro boêmio famoso, em parte, por ter sido frequentado por Amy Winehouse, que viveu e morreu na região. A dica é terminar seu dia aqui batendo perna: Camden tem lojinhas interessantes, pubs, restaurantes, uma feira de comida de rua de todos os lugares do mundo e o famoso Stables Market, um dos mercados mais descolados da cidade. Querendo esticar até a noite, fique à vontade: Camden é notívaga, animada e luminosa!

Roteiro de 5 dias

Dia 4: Aproveite o dia para conhecer o bairro de Shoreditch, que vem sendo considerada a área mais moderninha e descolada de Londres. Se for um domingo, comece cedo o dia indo para Brick Lane, onde você vai encontrar os famosos restaurantes indianos, e pode até se arriscar a comer um dos típicos curries. Se você não gosta de comida indiana, siga para Brick Lane mesmo assim, nem que seja para ver os grafites impressionantes da região. Vá sem pressa e aproveite para se perder nas ruas de Shoreditch, cheias de cafés independentes, restaurantes exóticos e lojinhas curiosas. Eu, particularmente, gosto de andar pelo Old Spitafields Market, que vale muito a pena a visita. A feira tem um tema diferente a cada dia da semana: às quintas tem artigos vintage e antiguidades, às sextas tem moda e arte, e duas vezes ao mês, ela é dedicada a discos raros. Nem se espante se você perder a tarde toda ali.

A região de Shoreditch é perfeita para quem curte passeios mais descolados. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A região de Shoreditch é perfeita para quem curte passeios mais descolados. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Por volta das 19 horas, se quiser, volte para a saída do metrô de Tower Hill, pois dali saem vários tours a pé contando a história horripilante (e verídica) do Jack, o Estripador (que aterrorizou a região do East End com seus crimes em 1888, sem nunca ter sido descoberto).

Além da arte de rua, você vai encontrar boas opções de baladas e bares em Shoreditch. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Além da arte de rua, você vai encontrar boas opções de baladas e bares em Shoreditch. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

E, se você gosta da noite, aproveite: o SoHo londrino é famoso pelas baladas agitadas, mas, cá para nós, eu acho que a noite mais bacana da cidade fica mesmo em Shoreditch (é onde tem a galera mais bonita). Fica a dica: a Old Street tem uma série de bares, pubs e festas, uma ao lado da outra e para todos os bolsos e gostos.

Dia 5: Se até agora a gente bateu bastante perna por Londres – a cidade acontece mesmo é nas ruas! –, hoje o ritmo é mais tranquilo e indoor (o que é uma alternativa para você mudar sua programação se estiver chovendo, por exemplo). E, nesse quesito, a melhor opção é conhecer os museus ingleses, que são quase todos gratuitos e impressionantes. Otimize o seu tempo e comece o dia em South Kensington (saindo da estação de mesmo nome), já que três dos principais museus londrinos estão lá. Comece pelo Science Museum (já que ele tende a encher muito na parte da tarde) e dali siga para o Museu de História Natural, que fica logo ao lado – e que tem uma arquitetura apaixonante. Aliás, vale dizer que essa é uma programação muito bacana de se fazer para quem vai a Londres com crianças, pois o Science Museum tem exposições bastante lúdicas e didáticas para os pequenos, e o Museu de História Natural conta com uma infinidade de reproduções de espécies de animais – incluindo dinossauros! – em tamanho natural para encantar pessoas de todas as idades!

O Museu da História Natural é capaz de encantar tanto crianças quanto adultos. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

O Museu da História Natural é capaz de encantar tanto crianças quanto adultos. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Quem quiser continuar o dia nos museus pode seguir para o V&A, mas quem quiser voltar a bater perna um pouquinho pode pegar o metrô até a estação de Tottenham Court Road ou Oxford Street: voilá, você estará no centro nervoso das grandes lojas (e da multidão) de Londres. Particularmente, eu acho a região da Oxford Street muito cheia, mas é conveniente para quem quer fazer compras, já que a rua concentra várias lojas lado a lado. Eu admito: prefiro seguir para a Tottenham Court Road, cheia de lojas de eletrônicos e de decoração, ou atravessar para a Charing Cross Road, do outro lado da Oxford Street: nesta rua está a Foyles, a melhor livraria de Londres, com quatro andares absurdamente apaixonantes com todos os títulos de livros e edições que se pode imaginar.

Roteiro de 7 dias

Dia 6: Que tal sair de Londres e conhecer outro lugar que fica ali pertinho, como Hogwarts? Bom, não é a Hogwarts de verdade, mas são os Estúdios da Warner Bros onde a escola fictícia de magia ganhou vida e onde foram filmados todos os filmes da série Harry Potter. O Warner Bros Studio Tour fica a 30 minutos de trem de Londres, na estação de Watford Junction, e é uma visita obrigatória para quem ama as aventuras do bruxinho. Dica: comece o dia cedo e chegue de manhã nos estúdios. A visita pode durar de três a quatro horas, mas, cá para nós, é um passeio tão interessante que eu, sozinha, levei quatro horas, mas certamente levaria mais se fosse acompanhada de crianças.

Os fãs da saga de Harry Potter vão ficar deslumbrados com a visita aos estúdios da Warner Bros. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Os fãs da saga de Harry Potter vão ficar deslumbrados com a visita aos estúdios da Warner Bros. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Voltando para o centro de Londres, vá conhecer o Museu Britânico, outra parada obrigatória para quem adora história e filmes. Além do museu ser interessantíssimo – não deixe de conhecer a área dedicada ao Egito Antigo! –, também serviu de cenário dos filmes “Uma noite no Museu 3” e “O Retorno da Múmia”.

Dia 7: Você já ficou pelo menos uma semana em Londres! Nesse caso, se um destes dias for sábado, acorde cedo e vá para Portobello Road, no famoso bairro de Notting Hill (sim, o mesmo do filme!). Assim, você conhece essa famosa região, que é tão colorida e simpática quanto no filme – não deixe de conhecer as fofas livrarias, como a The Notting Hill Bookshop e a Books for Cooks, especializada em livros de gastronomia, que ficam na Blenheim Crescent, uma das paralelas da Portobello Road.

Vá no final de semana à Portobello Road, no icônico bairro de Notting Hill. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Vá no final de semana à Portobello Road, no icônico bairro de Notting Hill. (Crédito da foto: Clarissa Donda)

É no sábado que acontece a feira do bairro, que percorre toda a Portobello Road e é um evento à parte: as primeiras barracas são especializadas em antiguidades e artigos vintage, para em seguida virem as barracas de comidas e frutas e os food trucks. No final, estão as áreas de arte, moda e brechó. É um passeio delicioso para o dia inteiro: vários músicos de rua, artistas e bares charmosos abrem suas portas – tem horas que parece que a gente está em algum lugar da década de 60! 🙂

Clarissa Donda
Siga-me no

Clarissa Donda

Author chez Viajando - Expedia Brasil
Jornalista, marqueteira digital e curiosa por fotografia e por histórias inusitadas pelo mundo, que conta no seu blog, o Dondeando por aí (http://dondeandoporai.com.br/). Hoje mora em Londres com suas duas gatinhas, vive com uma mochila nas costas, já publicou um livro, plantou uma árvore, anda de patinete ao invés de bicicleta porque é mais divertido e escreve sobre novidades "in loco" da Europa para vários veículos.
Clarissa Donda
Siga-me no

Últimos posts por Clarissa Donda (veja todos)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *