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O que fazer em Cuenca, no Equador

Cuenca é uma cidade adorável – acho que essa seria a palavra mais adequada para descrevê-la. Seu pequeno centro, com lindas construções coloniais, igrejas, cafés, lojas de chapéus e artesanato, vendedores de flores, é encantador. A cidade, que fica no meio dos Andes, é pequena na medida certa, cheia de história e, ainda por cima, barata para os turistas. Talvez por isso, Cuenca é o segundo maior destino de viagem de aposentados americanos no mundo.

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Como tínhamos demorado quase quatro horas na fronteira do Equador, mesmo saindo cedo do Peru, chegamos à cidade quando já tinha escurecido. São 200 quilômetros de percurso e encontramos estrada boa e postos de gasolina com conveniência, onde conseguimos comer alguma coisa, já que estava escurecendo e não tínhamos almoçado ainda. Chegando à cidade, fomos à procura de hotéis. Perto do centro, a maioria possui diárias acima de US$ 50 dólares, mesmo os muito ruins, então, nos afastamos um pouco para encontrar algo com um bom custo benefício. Se você for para lá, dê uma olhada nas ofertas da Expedia para decidir onde ficar em Cuenca.

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No dia seguinte, seguimos a pé para o centro. Por ser uma cidade pequena, em quinze minutos a pé você chega lá, fora que é uma delícia caminhar, ver as charmosas construções, um mercado de flores ali, barraquinhas de doces vendendo cocadas, goiabinhas e outras delícias bem parecidas com as nossos do Brasil. Compramos alguns doces só para matar a saudade de casa.

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O site da cidade é bem completo e inclusive tem um roteiro para você fazer a pé. Só falta um mapinha, mas é fácil encontrar as igrejas, museus, feiras e outras atrações que eles mencionam quando estiver passeando em Cuenca. A cidadezinha também tem todos os serviços de que o viajante pode precisar: bancos, hotéis de todos os preços, bons restaurantes e até algumas redes equatorianas.

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O que mais nos surpreendeu foi a história do chapéu Panamá. Apesar de o nome nos levar a crer que ele é panamenho, na verdade, sua origem é Cuenca. A peça sempre foi produzida e exportada para o país da América Central, mas foi em Cuenca que ficou famoso, quando o presidente Roosevelt usou um modelo na inauguração do canal do Panamá. Há diversas lojas que, além de venderem vários modelos, mostram a história do chapéu e inclusive explicam os diferentes tipos de qualidade e preço. Junto com o centro da cidade, o chapéu também virou patrimônio da humanidade!

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Outra coisa bem legal que vimos foi um grupo de ciclistas escoltados pela polícia de trânsito. Quando perguntamos ao policial o que era, ele disse que eles só estavam fazendo exercícios e que iam escoltados para não sofrerem nenhum acidente. O mais interessante era ver pessoas de calça jeans, roupa de trabalho, crianças, todo mundo ali tranquilamente andando de bike… Talvez se tivéssemos isso pelos bairros de São Paulo e de outras cidades poderíamos incentivar as pessoas a fazerem mais exercícios perto de suas casas, sem ter que se mover até um parque ou esperar o domingo para ter uma via livre.

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Ficamos em Cuenca por três dias enquanto planejávamos o que fazer depois, já que o Equador é um país pequeno e tem coisa para fazer tanto no interior como na costa. Se você ficou com vontade de conhecer a cidade e o resto do país, saiba que Cuenca tem seu próprio aeroporto, que recebe voos saindo de Guayaquil e Quito. É só encontrar a melhor oferta de voo para o Equador e partir para uma viagem inesquecível.

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Rachel e Leonardo estão em uma jornada de volta ao mundo! A viagem começou em maio de 2013 e, após um ano na América, estão desbravando o velho continente. Nos próximos dois anos, ainda terão muita história contar com África e Ásia, até completarem sua jornada na Austrália. Saiba mais sobre a história do casal no blog Viajo Logo Existo.
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