Os melhores pequenos destinos de ecoturismo do Brasil

Que o Brasil é enorme e cheio de recantos lindos, a gente já sabe. Nos últimos anos cresceu a tendência do turismo sustentável como uma forma de aproveitar o contato com a natureza e, com isso, muitas cidades e municípios espalhados pelo país embarcaram numa aventura de conhecer e promover seus atrativos naturais. Alguns o fizeram muito bem e ficaram famosos, como é o caso de Bonito, no Mato Grosso do Sul, que continua com jeito de cidade pequena, mas com fama nacional. Mas há muitas outras cidades, como Nobres e a Chapada dos Guimarães, a pequena Alto Paraíso, em Goiás – que, de quebra, tem também uma fama zen –, e Iporanga, no sul do estado de São Paulo, que correm por fora. Mesmo menos famosas que as “colegas”, essas cidades oferecem ecoturismo de primeira qualidade, e são, agora mais do que nunca, uma boa pedida de destino para as férias em tempos de dólar nas alturas e da necessidade de se estimular a economia local.

A gente reuniu alguns destes cantinhos escondidos pelo país para ajudar você a planejar sua próxima viagem. Alguns são famosos e outros nem tanto, mas todos estão listados como os melhores destinos para a prática de ecoturismo no país – pelo menos, sei de várias histórias de quem já foi (eu inclusive) e foi só elogios.

Como todos os destinos de ecoturismo, eles são melhores aproveitados quando ainda não caem na rota “predatória” de turistas de todo o país, preservando ainda o ritmo devagar e reservado que a natureza precisa para continuar linda. Alguns destinos estão sabendo lidar com o fluxo sem descontar na natureza – mas, por via das dúvidas, talvez o melhor seja conhecer os cantinhos desta lista agora, antes que as coisas mudem, não?

E uma coisa é verdade: uma viagem para um destino de ecoturismo no Brasil é certeza de voltar com experiências que, honestamente, poucas vezes repeti em qualquer destino lá fora…

Bonito

A cidade já caiu na boca do povo, ganhou fama pelo país e hoje é considerada o destino #1 de ecoturismo no Brasil – e, como a gente já falou neste post aqui, o título é mais do que merecido. Fazer uma viagem para Bonito é, com certeza, algo inesquecível e que não deixa nada a desejar (muito pelo contrário) em relação a nenhum destino de ecoturismo mundo afora.

Minha dica principal é reservar pelo menos cinco dias inteiros na cidade (sem contar a saída e a chegada) para aproveitar pelo menos as principais atrações – e, dica de ouro, faça a reserva dos passeios com antecedência, porque são poucas vagas por dia e que lotam com rapidez, especialmente em épocas de alta temporada. Além disso, algumas atrações, como o Abismo Anhumas (a mais badalada-radical-superpower atração de Bonito, quiçá do Brasil), acabam ocupando praticamente o dia todo, então não vá com o tempo muito apertadinho!

É muito difícil captar em uma foto todos os encantos desta obra prima da natureza (Crédito da foto: Abismo Anhumas)

É muito difícil captar em uma foto todos os encantos desta obra prima da natureza (Crédito da foto: Abismo Anhumas)

Outra dica: leve disposição e roupas de banho – em quantidades equivalentes, eu diria. Isso porque Bonito é um destino bem democrático, com uma enorme variedade de atividades como trilhas, cavernas, bike, rapel… Mas, sem dúvida, as atividades aquáticas, como flutuação e mergulho, que são as preferidas – e também, talvez, as mais impressionantes, já que Bonito é famoso por suas águas absurdamente cristalinas. Dica: reserve logo os passeios para o Rio da Prata e a Lagoa Misteriosa, os dois mais impressionantes e que, também, são relativamente perto um do outro, de modo que dá para reservar ambos no mesmo dia e economizar no transporte. Outras boas pedidas são a Nascente Azul e a Estância Mimosa, cheia de cachoeiras e trilhas belíssimas.

Águas cristalinas para observar de pertinho a vida debaixo d'água te aguardam no passeio à Nascente Azul (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Águas cristalinas para observar de pertinho a vida debaixo d’água te aguardam no passeio à Nascente Azul (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Depois você me conta se o título de melhor destino de ecoturismo realmente é merecido!

Chapada dos Guimarães

Eu tenho um carinho enorme por Cuiabá. E o mais engraçado é que toda vez que eu digo isso todo mundo que eu conheço torce um pouco o nariz – provavelmente porque a primeira coisa que vem à mente é o calor cuiabano, realmente difícil de gerenciar.

Sim, eu não nego que o calor é dureza. Mas uma das coisas que mais me faz curtir Cuiabá é, além da gentil hospitalidade cuiabana de que sou fã, o “respiro” de frescor e beleza que está a apenas alguns minutos de estrada saindo da cidade. Aliás, já na estrada a viagem fica interessante, quando avistamos aquele paredão rochoso que é a Chapada dos Guimarães.

Para quem vai a Cuiabá, um “pulinho” logo ali na Chapada (como é chamada pelos íntimos) é obrigatório. Primeiro porque é perto – dá para fazer um bate e volta no mesmo dia – e segundo porque é fantástico. O passeio já começa a valer a pena em paradas estratégicas aqui e ali, como na Cachoeira Véu da Noiva, cartão-postal da região e, se não permite o banho, dá direito a um mirante com uma vista bem bonita para aquela foto bacana de recordação.

Para quem ama cachoeiras, a do Véu da Noiva é parada obrigatória (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Para quem ama cachoeiras, a do Véu da Noiva é parada obrigatória (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Particularmente, eu gosto mesmo de quando a gente chega lá em cima. Para começar, a temperatura é consideravelmente mais amena que em Cuiabá (o que, nos meses mais quentes, é um verdadeiro alívio e, nos meses mais frios, você chega a se “encasacar” bastante). Há os circuitos por dentro do Parque Nacional, para os quais você precisa de disposição e um bom tênis, além de um guia. Fora do parque também há várias opções de coisas para fazer – e percorrer as cachoeiras de lá é, na minha opinião, a melhor delas.

O que eu gostei mesmo – e é relativamente fácil contratar com as agências da região – é o passeio de duck. Não, duck aqui não é pato em inglês, e sim uma espécie de caiaque inflável com o qual você desce as corredeiras dos rios da Chapada remando. Eu fiz e juro, de pés juntos, que é um dos melhores passeios que eu já fiz na minha vida: a gente vê ângulos e recantos da Chapada dos Guimarães que seriam absolutamente inacessíveis a pé ou de carro. Além do fato de que, a cada passeio, é um rio diferente, já que o mesmo rio se transforma com as chuvas e com os acidentes naturais, como a queda de uma árvore. A experiência de remar descendo corredeiras suaves e observando um cardume de piraputangas (um peixe típico da região) é inesquecível!

A bordo de um duck, descer as corredeiras é uma experiência sem igual (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A bordo de um duck, descer as corredeiras é uma experiência sem igual (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Ah, quer um plus? Depois de toda essa atividade, aproveite para parar em um dos diversos restaurantes (alguns com uma bela vista do vale) da Chapada para comer – a gastronomia lá é excelente. Minha pedida? Aposte nos peixes, em especial a piraputanga, servida frita ou na brasa – é deliciosa e você não vai encontrar outro peixe tão gostoso quanto ela no resto do Brasil.

Nobres

Estou dizendo para vocês: Cuiabá é um dos destinos mais injustiçados desse Brasil. Isso porque, também saindo da capital mato-grossense e seguindo algumas horas de carro, você chega às cidades de Nobres e Bom Jardim, pertíssimo uma da outra e que constituem uma espécie de “Bonito”. Isso porque Nobres tem algumas estâncias de águas minerais com a mesma impressionante visibilidade das águas de Bonito – com a diferença de ser bem menos conhecida e disputada por turistas.

Vale explicar: a gente fala “Nobres”, mas as atrações, de verdade, ficam em Bom Jardim, um distritozinho a alguns quilômetros de lá e onde está a estrutura turística e de pousadas para pernoitar. Aliás, uma dica: dá para fazer um bate-volta de Nobres a Cuiabá, mas você vai passar um tempo considerável na estrada. Eu fiz, mas recomendo um pernoite por lá para, de quebra, aproveitar mais das atrações – que me deixaram com água na boca. A estrutura de pousadas é bem simples e, por isso, não espero muito. Mas, com um pernoite, você pode visitar o Aquário Encantado, que é um encanto mesmo, e ver a Lagoa das Araras no pôr-do-sol, outro lugar lindo.

Embora seja menos conhecida, Nobres guarda atrações incríveis, como o Aquário Encantando (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Embora seja menos conhecida, Nobres guarda atrações incríveis, como o Aquário Encantando (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Bora parar de menosprezar as promoções de passagem para Cuiabá, agora?

Pantanal mato-grossense

Lembra daqueles extintos chocolates Surpresa, da Nestlé, dos nossos tempos de infância? Em cada um deles vinha uma figurinha com um animal da fauna brasileira para colecionar – e eu não sei vocês, mas eu colecionava todos! Pois é: visitar o Pantanal é como ter um álbum do chocolate Surpresa 3D, ao vivo e a cores – só que, em vez de colecionar as figurinhas, a gente vai “ticando” os animais que a gente consegue avistar, assim, passeando livremente na sua frente.

No Pantanal mato-grossense, as estrelas são os animais, como a arara canindé (Crédito da foto: Clarissa Donda)

No Pantanal mato-grossense, as estrelas são os animais, como a arara canindé (Crédito da foto: Clarissa Donda)

E, sim, conhecer o Pantanal é fazer um passeio ecoturístico por um pântano: é quente, alagado (menos na época de seca), e pode estar cheio de mosquitos (especialmente na época de chuvas). E, ainda assim, vai ser um dos passeios mais fantásticos que você vai fazer na vida.

Eu conheci o Pantanal “do norte”, o que fica em Mato Grosso a partir de Cuiabá, mas é possível fazer o passeio partindo do Mato Grosso do Sul também – e talvez combinar a viagem com a ida a Bonito.

Quem curte viagens de carro pode preferir ir por Cuiabá e, de lá, passear por um trecho da famosa Transpantaneira – que, sim, volta e meia tem tuiuiús passeando por ela! 🙂

A Transpantaneira é mais que uma estrada; é uma atração turística à parte (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A Transpantaneira é mais que uma estrada; é uma atração turística à parte (Crédito da foto: Clarissa Donda)

E o que fazer por lá? Bem, da própria estrada você pode avistar os animais; aliás, as épocas de seca (de abril ao fim de outubro) é quando os lagos e pântanos estão mais vazios e, por isso, é mais fácil de avistá-los.

Sim, no Pantanal você corre sérios riscos de avistar um jacaré como esse bem de perto (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Sim, no Pantanal você corre sérios riscos de avistar um jacaré como esse bem de perto (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Mas as grandes atividades acontecem mesmo nas fazendas – muitas delas oferecem estrutura de hospedagem e atividades como cavalgadas, caminhadas, passeios de canoa e pesca. Em todos eles, você vai avistar animais facilmente, e o melhor: no próprio habitat deles!

Durante um passeio de canoa, tive a oportunidade de clicar as simpáticas ariranhas (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Durante um passeio de canoa, tive a oportunidade de clicar as simpáticas ariranhas (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Quem optar por se hospedar em uma das fazendas vai ter uma experiência semelhante a de Nobres: em geral, a qualidade da hospedagem não é lá muito confortável, mas é de noite que você pode tentar fazer a focagem noturna de animais, especialmente de antas e tamanduás-bandeira, que têm hábitos noturnos. Se você der sorte (ou azar, depende do seu ponto de vista) você pode até avistar uma onça pintada.

Petar

Para quem mora em São Paulo ou Paraná, este é certamente o destino mais próximo da lista. Petar é a sigla que corresponde a Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira. Ele fica quase na divisa entre os dois estados, no município paulista de Iporanga. A viagem de carro, partindo da capital, é longa, para no fim chegar em um dos cantinhos mais humildes do rico estado paulista. Mas tamanho não é documento, ou pelo menos não nesse caso: o Petar é considerado Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade, já que reúne uma das áreas de Mata Atlântica mais preservada do Brasil. Além disso, é uma das províncias espeleológicas mais importantes do país – leia-se “cavernas”.

No Petar, estão algumas das cavernas mais bonitas do país - talvez até do mundo (Crédito da foto: Flickr/Éder Fortunato - Creative Commons License)

No Petar, estão algumas das cavernas mais bonitas do país – talvez até do mundo (Crédito da foto: Flickr/Éder Fortunato – Creative Commons License)

São mais de 300 cavernas, a maioria aberta para visitação e para desafiar seus sentidos. Há cavernas “molhadas” (que exigem atravessar rios subterrâneos), cavernas secas, cavernas com trilhas, cavernas absolutamente escuras (em que um capacete com uma lâmpada de cabeça é fundamental) e, especialmente, muitas formações geológicas, estalactites e estalagmites de milhares de anos para serem admiradas. Como nem sempre sua câmera vai conseguir captar as formações, um passeio no Petar é daqueles para guardar os principais detalhes na lembrança.

A Caverna do Diabo é uma das mais visitadas e não é para menos (Crédito da foto: Flickr/Jonatas Cunha - Creative Commons License)

A Caverna do Diabo é uma das mais visitadas e não é para menos (Crédito da foto: Flickr/Jonatas Cunha – Creative Commons License)

Para quem gosta de espeleologia (o estudo das cavernas e grutas), esse é “o” destino. Mas aproveite se você for um curioso e, bem, se não tiver claustrofobia em lugares escuros e fechados. O Petar tem um dos melhores índices de qualidade do ar do estado de São Paulo, e oferece também atividades externas, como banho de cachoeira, trilhas na mata e até boia cross. É uma ótima pedida para aquele feriadão que está chegando!

Chapada dos Veadeiros

Sim, nossas Chapadas são um arraso. Reúnem cachoeiras fantásticas, corredeiras, rios, trilhas e vistas deslumbrantes para os vales. Ou seja, basta alguns dias em uma delas, cheio de natureza em volta, para voltar com energias renovadas, não? Claro que sim. Mas só em uma delas, a Chapada dos Veadeiros, é possível, reza a lenda, se energizar de verdade, colocar os chacras no lugar e tudo.

Isso é mérito da cidade de Alto Paraíso, que se estabeleceu como centro esotérico do país e atraiu terapeutas holísticos, artistas e todo mundo que se interessa por estas boas vibes. Há quem diga que até ETs já passaram por lá. Verdade ou não, o fato é que a Chapada dos Veadeiros parece ter mesmo essa aura de paz e relaxamento: seja por mérito de toda a comunidade que mora por lá, seja por mérito da natureza ao redor, repleta de uma beleza absurda. É em Alto Paraíso que ficam as principais pousadas da região.

Dica: se você é trilheiro, o que não falta é passeio, já que as travessias são de média dificuldade, e quase sempre incluem uma cachoeira no meio ou no fim do caminho para aquele mergulho recompensador. Se você ama as cachoeiras, vá com tempo, porque a região tem várias, e provavelmente você não vai conseguir conferir todas numa viagem só.

Repleta de cachoeiras e com uma vibe esotérica sem igual, a Chapada dos Veadeiros é o lugar ideal para renovar as energias (Crédito da foto: Flickr/Danielle Pereira - Creative Commons License))

Repleta de cachoeiras e com uma vibe esotérica sem igual, a Chapada dos Veadeiros é o lugar ideal para renovar as energias (Crédito da foto: Flickr/Danielle Pereira – Creative Commons License)

O passeio queridinho é ao Vale da Lua, em que a paisagem, como o nome sugere, faz você se sentir na própria lua – leve a câmera. E, se você quiser esticar um pouco tanto a viagem quanto a experiência, é possível visitar uma comunidade quilombola que fica relativamente próxima, perto da cidade de Cavalcante.

Chapada Diamantina

Lembro que a primeira vez que ouvi falar da Chapada Diamantina foi por meio de um colega, que trabalhou comigo em uma famosa multinacional do Rio de Janeiro. Ele trabalhava no setor financeiro da empresa, e era um apaixonado por escaladas – tinha participado de quase todas as escaladas pelo Rio de Janeiro, sempre que o dia a dia permitia. Aí, ele foi à Chapada Diamantina uma vez para escalar. Voltou apaixonado. Foi de novo, nas férias. Voltou de novo. E um belo dia eu descobri que ele tinha abandonado a carreira financeira para abrir uma empresa de escaladas e trilhas por lá. Em todas as vezes que eu o ouvi falar, não havia nada menos que amor pela Chapada.

Claro que, com uma história dessas, minhas expectativas sobre o lugar só seriam as melhores possíveis. E o bacana é que o mesmo senso de encantamento se repetia em vários dos amigos que eu conheci que foram para lá. De todos eles, uma frase: “a Chapada Diamantina é mágica”. Deve ser mesmo, com lugares como esse.

O Cânion do Buracão é um dos muitos pontos indescritiveis da Chapada Diamantina (Crédito da foto: Flickr/João Vicente - Creative Commons License)

O Cânion do Buracão é um dos muitos pontos indescritiveis da Chapada Diamantina (Crédito da foto: Flickr/João Vicente – Creative Commons License)

O bom é que a Chapada Diamantina é bem democrática: tem passeio para quem não gosta de caminhar, para quem é trekker dos mais empolgados, para quem gosta de escalada… E o mesmo se aplica ao tempo que você quer ficar por lá: como a Chapada é bem grandona, o que não faltam são opções do que fazer (tem poços, tem grutas, tem cachoeiras, tem trilhas), de modo que você pode definir os passeios que deseja fazer com base no tempo que tem e na distância entre um e outro.

A Chapada Diamantina requer uma viagem até chegar lá, e é bem distante de Salvador. A vantagem disso é que ela é um destino em si – e isso significa que vale a pena reservar uma pousada por alguns dias (cinco, pelo menos) para fazer valer a pena o deslocamento.

E vale mesmo. Literalmente. Até porque o “vale” em questão é o Vale do Pati, de onde se tem a vista exuberante para todas as “mesas”. A travessia do vale é considerada a mais bonita do país e consta na listinha das mais impressionantes do mundo. Exige fôlego, também – tem duração de três a cinco dias de caminhada, com pernoite na casa de locais, que construíram abrigos próprios para isso.  Mas, se andar não é tanto a sua praia, aproveite as cachoeiras – as mais famosas são a do Buracão e a da Formiga. Já para quem quer conhecer os “poços” (cavernas com piscinas dentro), a dica é seguir para o Poço Azul e o Poço Encantado (que não permite entrar na água, mas é um encanto mesmo assim!).

 

 

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Author chez Viajando - Expedia Brasil
Jornalista, marqueteira digital e curiosa por fotografia e por histórias inusitadas pelo mundo, que conta no seu blog, o Dondeando por aí (http://dondeandoporai.com.br/). Hoje mora em Londres com suas duas gatinhas, vive com uma mochila nas costas, já publicou um livro, plantou uma árvore, anda de patinete ao invés de bicicleta porque é mais divertido e escreve sobre novidades "in loco" da Europa para vários veículos.
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