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7 cidades imperdíveis para conhecer na Itália

Assim como para muita gente, viajar para a Itália era um sonho antigo para mim. Talvez porque poucos lugares mexem tanto com o nosso imaginário quanto a terra da bota – seja por causa da gastronomia universal e deliciosa, seja pelas paisagens envelhecidas da Toscana, do enorme patrimônio artístico em estátuas, pinturas e igrejas, ou, ainda, por outras marcas típicas deste país – atire a primeira sacola de compras quem nunca teve um sonho, mesmo que disfarçado, de se render à moda italiana, com seus sapatos, suas roupas e seus perfumes?

As delícias da Itália vão muito além da sua capital Roma - que também está entre as cidades imperdíveis (Crédito da foto: Clarissa Donda)

As delícias da Itália vão muito além da sua capital Roma – que também está entre as cidades imperdíveis (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Depois de três viagens para a Itália, sempre para regiões diferentes, consegui cair de amores oficialmente pelo país e eleger minhas 7 cidades favoritas – e, com isso, não quero dizer que são melhores do que as outras só porque foram privilegiadas nesta lista. Não, nem de longe: uma viagem para a Itália é o tipo de coisa de merece ser degustada devagar e sempre, repetidas vezes, porque não cansa.

Em regiões como a Umbria, você vai encontrar pequenos tesouros, como a cidadezinha de Norcia (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Em regiões como a Umbria, você vai encontrar pequenos tesouros, como a cidadezinha de Norcia (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Mas se você não vai ter a chance de viajar para lá de novo tão cedo e queria umas dicas para o seu roteiro italiano ficar todo prosa, tente colocar uma – ou mais – dessas cidades nos seus planos. Em cada uma delas, eu explico o porquê de merecerem a sua visita.

Roma

Sim, conheço a frase que diz que todos os caminhos levam para lá. Mas, se isso for verdade, reserve pelo menos uns dois dias para conhecer Roma. A capital italiana é controversa desde os tempos de César, e isso não mudou hoje – ela ainda é capaz de dividir opiniões: há quem veja apenas as belíssimas igrejas e o riquíssimo patrimônio cultural, e há quem só repare nas ruas cheias de gente, confusas, barulhentas, cheias de trânsito e caóticas.

Mas nem por isso Roma perde o seu charme, ainda presente e irresistível em diversos cantinhos charmosos da capital: os pintores da Praça Navona ao anoitecer, as ruelas charmosas do bairro do Trastevere e, claro, a imponência dos principais pontos turísticos que precisam ser visitados.

De cara, visite o Coliseu; tem existe uma atração imperdível em Roma, é esta (Crédito da foto: Clarissa Donda)

De cara, visite o Coliseu; tem existe uma atração imperdível em Roma, é esta (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Coloque na agenda: visite o Coliseu, uma das atuais Maravilhas do Mundo e que ainda encanta com sua imponência e tamanho – mesmo com a história triste que ele ainda carrega. A dica é visitá-lo pela manhã, porque dali você já emenda o passeio às ruínas do Fórum Romano, gigantescas, e que ainda guardam as proporções que nos permitem imaginar como era a vida na época dos gladiadores e senadores romanos.

Entre as paradas obrigatórias, está a Fontana di Trevi; não deixe de jogar sua moedinha! (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Entre as paradas obrigatórias, está a Fontana di Trevi; não deixe de jogar sua moedinha! (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Na parte da tarde, aproveite para refrescar-se (Roma costuma ser muito quente no verão) tomando um gelato e caminhando pela Via del Corso, uma das principais avenidas da cidade, e excelente para fazer compras ou namorar as vitrines. Se der, estique pela noite nos arredores da Praça Navona, onde turistas e locais se reúnem, e que é cheia de barzinhos interessantes.

Não deixe de perder horas apreciando o acervo do Vaticano e babando no teto da Capela Sistina (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Não deixe de perder horas apreciando o acervo do Vaticano e babando no teto da Capela Sistina (Crédito da foto: Clarissa Donda)

No dia seguinte, acorde cedo porque o compromisso é sagrado (literalmente): de manhã é o melhor horário para conhecer o Vaticano, os seus museus e, claro, a famosa Capela Sistina. De acessórios, leve um tênis confortável (a visita é longa) e um pouco de paciência, porque o local geralmente é lotado de turistas. Mas vale a pena, pois o museu é riquíssimo em peças e pinturas.

Dica importante: uma boa dica de hospedagem são os hotéis no bairro do Trastevere. Ah, e quando for planejar sua viagem à Roma, compre os passes “fura-fila”: eles fazem uma diferença enorme no seu dia, já que as filas para o Vaticano e o Coliseu podem demorar até uma hora.

Perugia

A poucas horas de Roma está outra cidade menos conhecida e famosa, mas igualmente simpática. Perugia é a capital da Umbria e, assim como muitas cidades dessa região, tem o seu centro histórico medieval localizado no alto de um monte, como uma medida de proteção contra as constantes batalhas há séculos atrás.

Perugia e toda a região da Umbria merecem a atenção de quem está viajando pela Itália (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Perugia e toda a região da Umbria merecem a atenção de quem está viajando pela Itália (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Por ser menor e com menos fluxo de turistas, em Perugia é possível sossegar o ritmo e sentir um pouco do dolce far niente italiano. Mas não é por isso que ela não tem lá os seus segredos: no “centro do centro” histórico de Perugia está um dos mais completos museus de arte sacra do mundo – pois se Michelangelo era de Florença e Roma, em Perugia havia o Perugino, outro mestre da arte italiana cujas obras, suas e de seus discípulos, estão expostas por lá.

Mas a dica, mesmo, é ir em ritmo tranquilo e, especialmente, estômago preparado: Perugia possui várias cantinas italianas tão rústicas quanto irresistíveis, muitas delas localizadas em balcões com a vista para o vale da Umbria – uma bela harmonização de boa comida e vistas encantadoras. Também o que não faltam na cidade são hotéis charmosos para você se hospedar.

Além da cidadezinha, você vai se encantar com os lindos campos da região, como este, de girassóis (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Além da cidadezinha, você vai se encantar com os lindos campos da região, como este, de girassóis (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Se for preciso mais um motivo para ir, Perugia é também a capital do chocolate italiano – fica por lá a fábrica Perugina, que produz o bombom Bacio (“beijo”, em italiano). Não disse que os italianos sabem mesmo como ser apaixonantes?

Assis

Fica próximo a Perugia e é muito procurada por pessoas que fazem bate-volta a partir de Roma só para conhecer a cidade natal do famoso santo que inspirou até o Papa. Sim, dá para viajar para Assis em um bate-volta. Mas, para quem ficar mais do que isso, a dica é: hospede-se nos hotéis no centro de Assis, próximo à Basílica.

A Basílica de Assis atrai turistas e fiéis do mundo todo (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A Basílica de Assis atrai turistas e fiéis do mundo todo (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Uma vez em Assis, você vai descobrir uma cidade especial, com uma aura de paz pouco encontrada por aí. Boa parte disso é por causa mesmo de São Francisco de Assis, santo que nasceu, viveu e faleceu na região (seu corpo ainda está enterrado na Basílica que leva o seu nome), e que ficou famoso por pregar a paz, a caridade e o amor – mensagens universais e que ainda hoje soam pelas ruas da cidade.

A estátua de São Francisco de Assis é apenas uma das marcas do santo nesta cidadezinha sagrada (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A estátua de São Francisco de Assis é apenas uma das marcas do santo nesta cidadezinha sagrada (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Por isso, quando você for, dedique-se a visitar um pouco dos lugares em que ele esteve, como a Igreja de Santa Maria Degli Angeli (na cidade vizinha de mesmo nome, onde ainda tem uma pequena capela erguida por ele, e também o lugar onde ele faleceu), o Eremo della Carceri (um de seus lugares preferidos para meditar) e, claro, a Basílica de São Francisco.

Até quem não é católico vai achar um cantinho em Assis para chamar de seu (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Até quem não é católico vai achar um cantinho em Assis para chamar de seu (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Acredite: mesmo quem não for um católico vai se encantar com a visita, já que todos esses locais possuem uma beleza delicada – e na Basílica ainda é possível ver os afrescos originais de Giotto.

E, depois que você for, mesmo que tenha visto tudo, me conte: não vai dar uma vontade de visitar de novo?

Norcia

Ainda na Umbria, deixe para escapar por pelo menos um dia ou dois para Norcia, uma cidadezinha pequenininha e encantadora. Aviso: a cidade é tão pequena que não tem estação de trem; é preciso pegar um ônibus ou ir de carro alugado. Mas Norcia compensa cada segundo do desvio.

Norcia é o berço de São Bento e uma cidadezinha cheia de charme na Umbria (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Norcia é o berço de São Bento e uma cidadezinha cheia de charme na Umbria (Crédito da foto: Clarissa Donda)

O primeiro motivo é quase sagrado: é ali que nasceu São Bento e sua irmã Escolástica – para quem não lembra, ele foi o fundador da Ordem dos Beneditinos.

O segundo motivo é mais terreno, e delicioso: Norcia é a capital das trufas negras, e é possível reservar um passeio para ir “caçá-las” acompanhado de cães farejadores – a busca pelas trufas acontece nas colinas em torno da cidade, com uma vista encantadora do vale de Norcia.

Os campos de trufas são uma das principais atrações de Norcia (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Os campos de trufas são uma das principais atrações de Norcia (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A experiência é até salgada em termos de valores, mas é linda e inesquecível: depois das trufas “descobertas”, é possível lavá-las, moê-las e servi-las, fresquíssimas, com pão quente, sal e azeite num piquenique improvisado (acompanhado de vinho, claro).  Sabe aquela frase que diz que certas coisas não têm preço? Essa é uma! 🙂

Imagina que delícia fazer um piquenique com as trufas fresquinhas que você mesmo colheu! (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Imagina que delícia fazer um piquenique com as trufas fresquinhas que você mesmo colheu! (Crédito da foto: Clarissa Donda)

E nem para por aí: além das trufas negras (prepare-se, aqui é o melhor lugar para comprá-las a bons preços), Norcia é também a capital dos presuntos crus, especialmente de porcos selvagens. Faça a festa: gula pode até ser pecado, mas aqui você está perdoado. Se der tempo, hospede-se em um bom hotel e curta cada minutinho nessa cidade.

Florença

Assim como Roma, Florença é uma cidade imperdível, a começar pelo cardápio cultural. Como ela foi o centro do Renascimento Italiano, reserve um bom tempo para ver de perto as grandes obras de arte ali presentes. A mais famosa, claro, é a estátua de Davi esculpida por Michelangelo – a original está na Galleria Dell’Accademia, que invariavelmente tem uma fila enorme para vê-la. Mas você já pode sentir o gostinho ao ver a réplica, em uma praça ao ar livre em frente ao Pallazzo Vecchio.

Além dos museus, as igrejas também são verdadeiras relíquias da arte em Florença (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Além dos museus, as igrejas também são verdadeiras relíquias da arte em Florença (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Florença era uma das cidades mais poderosas do passado, e até hoje borbulha cultura por conta desse legado. Para quem adora respirar arte, esse é o lugar – e você pode começar o passeio pela Galleria Uffizzi, com obras de Botticelli, Giotto, Leonardo da Vinci e Rafael. Igrejas também são uma visita obrigatória: comece pela catedral de Florença e siga para a Santa Maria Novella, ambas de uma beleza interior indescritível.

A estátua de Davi é um ícone da cidade; você pode ver a verdadeira ou a réplica, que fica na rua (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A estátua de Davi é um ícone da cidade; você pode ver a verdadeira ou a réplica, que fica na rua (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Mas se a veia cultural cansar, não se preocupe: Florença é extremamente amigável para passear a pé, já que quase todas as atrações são próximas entre si, e não há nada que uma boa caminhada não resolva. Outra coisa boa: Florença é cheia de lojinhas charmosas de roupas, acessórios, sapatos, casacos. Uma boa dica é comprar aqui jaquetas de couro com aquele corte italiano super estiloso – e sempre dá para negociar o preço.

O pôr do sol na Toscana é um espetáculo à parte (Crédito da foto: Clarissa Donda)

O pôr do sol na Toscana é um espetáculo à parte (Crédito da foto: Clarissa Donda)

E para não dizer que não falamos de comida, uma dica especial: toda vez que você vir num restaurante algo como queijo trufado ou bisteca fiorentina, pode pedir de olhos fechados – é certeza de ser muito bom!

Outra coisa boa é que Florença é um ótimo ponto de partida para conhecer a Toscana, com suas paisagens amarelas e apaixonantes: você pode alugar um carro na saída da cidade e ir a Siena, montar base por lá e conhecer cidades como Rapolano, Cortona (onde foi filmado “Sob o sol da Toscana”), Arezzo, entre outras!

San Gimignano

Fica na região da Toscana, e muita gente faz bate-volta de Florença para conhecer essa pequena cidade medieval – o que é uma pena: se você pernoitar em San Gimignano vai descobrir uma cidade que amanhece e anoitece muito mais charmosa, bem diferente da muvuca de turistas do meio do dia.

San Gimingnano está repleta de segredinhos, como o sorvete que foi eleito o melhor do mundo (Crédito da foto: Clarissa Donda)

San Gimingnano está repleta de segredinhos, como o sorvete que foi eleito o melhor do mundo (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A cidadezinha tem ainda a aura medieval, com todos o charme e medo que isso significa – lá está, por exemplo, o Museu da Inquisição, com exposições pesadíssimas. Mas é também encantadora, cheia de vielas, de pequenas vinícolas, de restaurantes deliciosos e escondidos – lá está, por exemplo, “o melhor sorvete do mundo”, que ganhou esse nome porque seu fabricante já participou (e ganhou) competições mundiais de produção artesanal de sorvete. Se é o melhor do mundo, eu não sei – eu achei vários sorvetes italianos deliciosos –, mas se o quesito for também o charme da locação, é certo que este ganhou vários pontos à frente dos outros.

A cidadezinha medieval na Toscana é prato cheio para quem gosta de andar de bike (Crédito da foto: Clarissa Donda)

A cidadezinha medieval na Toscana é prato cheio para quem gosta de andar de bike (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Uma dica: se você curte umas pedaladas, arrisque ficar em San Gimignano por dois dias e descer a cidade de bicicleta (ou vespa, para ficar mais charmoso) em direção às fazendas ao redor – muitas delas praticam o agriturismo, em que você pode participar da rotina de produção e ver de perto como são feitos os queijos e vinhos. Fora a lindeza, ainda, de pedalar por campos de girassóis! 🙂

Dica: o mês de setembro é quando acontece a vindima, a colheita das uvas para o vinho!

Riomaggiore

Na verdade, eu falei de Riomaggiore só para fazer você vir até aqui – porque ela é uma pequena comuna que, junto com Manarola, Vernazza, Corniglia e Monterosso formam a região de Cinque Terre, ou “Cinco terras”. O acesso é demorado e de trem – são três horas de viagem partindo de Milão –, mas esse cantinho merece todo o seu tempo e atenção. As Cinque Terre são pequenas comunas incrustradas em uma serra toda recortada, com paredões de pedra que despencam no mar da Liguria.

Riomaggiore é a porta de entrada para a maravilhosa região de Cinque Terre (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Riomaggiore é a porta de entrada para a maravilhosa região de Cinque Terre (Crédito da foto: Clarissa Donda)

E que mar; de águas escandalosamente verde-turquesa, é o primeiro motivo para você viajar até Riomaggiore e região, especialmente no verão. Não espere uma praia nos moldes brasileiros; há uma tímida faixa de terra em Vernazza e Monterosso, mas mesmo assim o mar refrescante em cor e temperatura é um convite delicioso que já vai valer a viagem.

O mar em Manarola, uma das Cinque Terre, é de cair o queixo (Crédito da foto: Clarissa Donda)

O mar em Manarola, uma das Cinque Terre, é de cair o queixo (Crédito da foto: Clarissa Donda)

As trilhas da região também valem a visita. Quem gosta de caminhar, fazer exercício e, de quebra, curtir uma vista bonita, pode se aventurar pelas trilhas que ligam as comunas entre si – todas elas têm o mar como principal companheiro de estrada. Aliás, um desses caminhos é a famosa Via Dell’Amore, ou Via do Amor: reza a lenda que foi a construção desse caminho que viabilizou o deslocamento entre as comunas de Manarola e Riomaggiore, e por conta disso era ao longo da via que os jovens de ambas as comunas marcavam de se encontrar para namorarem. Não repare se você encontrar vários cadeados e corações por ali!

As trilhas rendem passeios inesquecíveis; esta é a que liga Vernazza e Corniglia (Crédito da foto: Clarissa Donda)

As trilhas rendem passeios inesquecíveis; esta é a que liga Vernazza e Corniglia (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Também preciso falar, claro, na comida: com o mar tão perto, as Cinque Terre são particularmente famosas pela gastronomia com base nos frutos do mar. Dica especial: hospede-se na cidade de Riomaggiore, que fica em uma das pontas da Cinque Terre (o que facilita na hora de pegar apenas um sentido do trem), e procure o restaurante Dau Cila – uma das sócias é brasileira, e a casa é especializada em deliciosos frutos do mar e no macarrão ao pesto, escandalosamente delicioso!

Essa é a vista que você terá se dedicar um tempo do passeio a caminhar pela Via Dell'Amore (Crédito da foto: Clarissa Donda)

Essa é a vista que você terá se dedicar um tempo do passeio a caminhar pela Via Dell’Amore (Crédito da foto: Clarissa Donda)

E, se eu ainda posso dar alguma dica, tente ficar pelo menos três dias na região para desfrutar com calma o que cada cidadezinha tem para oferecer. Riomaggiore tem um pôr do sol lindíssimo, a porta de entrada para a Via Dell’Amore e o restaurante Dau Cila. Manarola tem a praia; não dispense o mergulho por entre as pedras, e renda-se também aos sorvetes e às lojinhas simpáticas. Corniglia fica no alto, então, corra para o mirante e descanse a vista (e o coração) por alguns minutos vendo uma paisagem linda de viver (para depois voltar parando nas lojinhas simpáticas pelo caminho!). Vernazza tem a praia e restaurantes, e Monterosso tem a agitação, já que parte da galera jovem para por ali.

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Clarissa Donda

Author chez Viajando - Expedia Brasil
Jornalista, marqueteira digital e curiosa por fotografia e por histórias inusitadas pelo mundo, que conta no seu blog, o Dondeando por aí (http://dondeandoporai.com.br/). Hoje mora em Londres com suas duas gatinhas, vive com uma mochila nas costas, já publicou um livro, plantou uma árvore, anda de patinete ao invés de bicicleta porque é mais divertido e escreve sobre novidades "in loco" da Europa para vários veículos.
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